11 outubro 2006

Cárcere

Minha mente trabalha
Meus dedos se agitam
O lápis me lança olhares
O papel pinta as cores

Mas algo me travou
Me sinto aprisionado
Quero escrever e não consigo
Sinto que estou sem abrigo

Meus punhos não se abrem
A agonia é grande
A esperança se esvai

O soneto não sai
O último verso, cai
(?)