31 julho 2008

Intrigas me cercam.
Seria só desconfiança ou desatenção?

08 julho 2008

Tem um sol lá fora.
Tem uma parede amarela lá fora.
Então, têm dois sóis lá fora.
Três, se eu contar com o que carrego dentro de mim.
Esse, vai onde vou.
Escrevo um páragrafo.
Tomo um suco
Mais um parágrafo.
Capítulo de novela
Outro par..... (já tá chato de repetir isso)
Eia! Por que num vem tudo de uma vez?
As palavras e as letras são movidas a manivela?
Não, tudo é devagar porque antes de toda palavra vem um "Com licença?"
E nem sempre permitimos que elas saiam de nossa boca, transcendam os nossos dedos
Aí engarrafou tudo! (a Paz morreu e a Discórdia começou a gritar)

05 julho 2008

Prefácio

Uma, duas, três pessoas. Mais que isso, um grupo. Uma turma. O coletivo.
Pensamentos coletivos, relações interpessoais, fragmentos de idéia, espíritos que vagueiam pelo sensível: é assim que somos.
É assim não por uma força externa, um impulso consciente, um delírio eloqüente.
É um bem-querer sem saber. A força que une as partes, que faz grande o pequeno, preenche o vão, é centrífuga. Vem de dentro e sai. Pra fora. Pra longe. Ao infinito.
E foi assim, com ingenuidade, inocência, cuidado e respeito que as partes-que-não-tinham se tornaram as partes-que-se-tinham. Sem intenções.
É do particular ao geral. Até que tornou-se uno, sólido, um cristal. Colorido e transparente. De pequenos brilhos, incertos e errantes fragmentos do espírito coletivo, nasceu uma galáxia viva e sempiterna.