Fabulinha
"Ana pranteava compulsivamente. Suas pupilas estavam dilatadas por tal volume de lágrimas. Ela sabia, desde pequena, que era uma princesa e esperaria anciosamente pelo seu príncipe encantado. Os contos de fadas partilhados durante a infância deram asas à imaginação e, quando criança, sabia que um dia seria uma grande rainha e viveria feliz para sempre num grande e bonito castelo.
O príncipe apareceu, e ele não era encantado. Era humano, de carne e osso, como todos nós, mas, assim mesmo, o coração de Ana batia forte cada vez que fitava-o. Um dia se conheceram e passaram a conviver juntos. Não eram nem Eduardo e nem Mônica. Os gostos se pareciam, os ensejos eram os mesmos e gostavam de compartilhar de seus fatos. O amor os conheceu.
O tempo passava e a paixão de Ana pelo seu príncipe era cada vez mais intensa. Viver ao seu lado era tudo que queria. Até o dia que descobriu que seu amado não era somente desencantado. Ele também não era príncipe. Seus defeitos foram se evidenciando e Ana viu-se perdida. Tudo aquilo que lhe disseram enquato era criança e adolescente era mentira. A vida era uma grande farsa e ela fora enganada. A paixão era um sentimento irrelevante num mundo onde o ódio reina sobre todos.
Ana não se encontrava. Daquele conto de fadas que se passava num grande castelo, viu-se expulsa e lançada à Floresta Negra vestindo somente alguns trapos velhos. Haveria de ter um final, e Ana sabia qual seria. Nós também sabemos."
Sonhar é pensar grande
É viver sem limites
Sonhe intensamente
Mas sonhe com os pés no chão
Sonhe sabendo que aquilo tudo é apenas um sonho.
Não se iluda com as ficções, as utopias
Não viva em um mundo de projetos irrealizáveis
Saiba que sonhar é preciso, pois devemos manter nossos olhos acima da linha do horizonte, mas paralelos ao firmamento. Quando olho muito pra cima eu tenho vertigem. E isso não é legal!
O príncipe apareceu, e ele não era encantado. Era humano, de carne e osso, como todos nós, mas, assim mesmo, o coração de Ana batia forte cada vez que fitava-o. Um dia se conheceram e passaram a conviver juntos. Não eram nem Eduardo e nem Mônica. Os gostos se pareciam, os ensejos eram os mesmos e gostavam de compartilhar de seus fatos. O amor os conheceu.
O tempo passava e a paixão de Ana pelo seu príncipe era cada vez mais intensa. Viver ao seu lado era tudo que queria. Até o dia que descobriu que seu amado não era somente desencantado. Ele também não era príncipe. Seus defeitos foram se evidenciando e Ana viu-se perdida. Tudo aquilo que lhe disseram enquato era criança e adolescente era mentira. A vida era uma grande farsa e ela fora enganada. A paixão era um sentimento irrelevante num mundo onde o ódio reina sobre todos.
Ana não se encontrava. Daquele conto de fadas que se passava num grande castelo, viu-se expulsa e lançada à Floresta Negra vestindo somente alguns trapos velhos. Haveria de ter um final, e Ana sabia qual seria. Nós também sabemos."
Sonhar é pensar grande
É viver sem limites
Sonhe intensamente
Mas sonhe com os pés no chão
Sonhe sabendo que aquilo tudo é apenas um sonho.
Não se iluda com as ficções, as utopias
Não viva em um mundo de projetos irrealizáveis
Saiba que sonhar é preciso, pois devemos manter nossos olhos acima da linha do horizonte, mas paralelos ao firmamento. Quando olho muito pra cima eu tenho vertigem. E isso não é legal!
